Matematicamente falando…
Março 04, 2008
Por Rodrigo Nunes (O Fogo da Vontade)
«A Matemática consiste em provar a coisa mais evidente da forma menos evidente».
- George Polyá
(in Nicholas Rose, Mathematical Maxims and Minims, Raleigh N.C., 1988)
Três académicos, May Lim, do NECSI e da Brandeis University, Richard Metzler, do NECSI e do MIT, e Yaneer Bar-Yam, do NECSI, investigadores, entre outras áreas, em Teoria dos Sistemas Complexos, publicaram em Setembro, na revista Science (Vol. 317, nº 5844), um interessante trabalho sobre o padrão de formação de tensões étnicas e culturais no mundo.
«A Matemática consiste em provar a coisa mais evidente da forma menos evidente».
- George Polyá
(in Nicholas Rose, Mathematical Maxims and Minims, Raleigh N.C., 1988)
Três académicos, May Lim, do NECSI e da Brandeis University, Richard Metzler, do NECSI e do MIT, e Yaneer Bar-Yam, do NECSI, investigadores, entre outras áreas, em Teoria dos Sistemas Complexos, publicaram em Setembro, na revista Science (Vol. 317, nº 5844), um interessante trabalho sobre o padrão de formação de tensões étnicas e culturais no mundo.
Racismo? Comunitarismo?
Março 04, 2008
Por Pierre Vial (Editorial de «Terre et Peuple»)
Os poderes político, mediático, cultural e económico denunciam furiosamente o racismo. Evidentemente que têm razão. Mas coloca-se a questão: que racismo é assim denunciado? Todos os racismos? Mais: onde acaba o racismo e onde começa o comunitarismo?
Os poderes político, mediático, cultural e económico denunciam furiosamente o racismo. Evidentemente que têm razão. Mas coloca-se a questão: que racismo é assim denunciado? Todos os racismos? Mais: onde acaba o racismo e onde começa o comunitarismo?
Entrevista com Miguel Ezquerra
Março 04, 2008
Miguel Ezquerra foi um dos últimos defensores de Berlim, combatendo até ao fim o avanço das hordas comunistas entre as ruínas da cidade. Dele existe em português um livro de memórias, recentemente reeditado. A entrevista a seguir transcrita foi publicada na já extinta revista Último Reduto.
* * *
* * *
O “Dia D” como Hollywood nunca há-de mostrar ou “o livro que jamais será filme”
Fevereiro 18, 2008
Por Juan C. Garcia («Mi amigo Pic», 05/05/2004, traduzido por Rodrigo Nunes)
Graças ao impagável e pedagógico trabalho de Hollywood sabemos hoje que os soldados norte-americanos intervieram na segunda guerra mundial armados com sorrisos, torrões de açúcar, chicletes e bíblias. Em Madrid, por estes dias, aproximando-se o aniversário do famoso “Dia D” – 6 Junho – expõe-se inclusive uma colecção de fotografias de “soldados de cor” que tombaram nas costas da Normandia e que, portanto, jamais regressariam a casa. Foram, sem dúvida, vítimas daqueles esbirros de Mefistófeles, as «bestas negras» e seus aliados que, estes sim, combatiam com armas mortíferas e, por demais, pretendiam – muito perversos, eles – tirar-nos os domingos de futebol e as férias pagas.
Graças ao impagável e pedagógico trabalho de Hollywood sabemos hoje que os soldados norte-americanos intervieram na segunda guerra mundial armados com sorrisos, torrões de açúcar, chicletes e bíblias. Em Madrid, por estes dias, aproximando-se o aniversário do famoso “Dia D” – 6 Junho – expõe-se inclusive uma colecção de fotografias de “soldados de cor” que tombaram nas costas da Normandia e que, portanto, jamais regressariam a casa. Foram, sem dúvida, vítimas daqueles esbirros de Mefistófeles, as «bestas negras» e seus aliados que, estes sim, combatiam com armas mortíferas e, por demais, pretendiam – muito perversos, eles – tirar-nos os domingos de futebol e as férias pagas.
Armin Mohler: discípulo de Sorel e teórico da vida concreta
Fevereiro 18, 2008
Por Dr. Karlheinz Weissmann (Junge Freiheit, n°15/2000, traduzido por Rodrigo Nunes)
O “mito”, como a “representação de uma batalha”, surge espontaneamente e exerce um efeito mobilizador sobre as massas, incute-lhes uma “fé” e torna-as capazes de actos heróicos, funda uma nova ética: essas são as pedras angulares do pensamento de Georges Sorel (1847-1922). Este teórico político, pelos seus artigos e pelos seus livros, publicados antes da primeira guerra mundial, exerceu uma influência perturbante tanto sobre os socialistas como sobre os nacionalistas.
O “mito”, como a “representação de uma batalha”, surge espontaneamente e exerce um efeito mobilizador sobre as massas, incute-lhes uma “fé” e torna-as capazes de actos heróicos, funda uma nova ética: essas são as pedras angulares do pensamento de Georges Sorel (1847-1922). Este teórico político, pelos seus artigos e pelos seus livros, publicados antes da primeira guerra mundial, exerceu uma influência perturbante tanto sobre os socialistas como sobre os nacionalistas.
Manifesto de Doutrina e Combate da AEV
Fevereiro 18, 2008
«…é o avançar da horda em massa compacta de rebanhos focinhos baixos para a ração comunista, promiscuidade infame de corpos, consciências mortas no ateísmo, dentes rangendo com ódio a toda a civilização.»
― Pequito Rebelo, «Duas Economias»
CAMARADAS:
Os estudantes portugueses, filiados na AEV, nesta hora sacudida de violências que a humanidade atravessa, querem marcar com nitidez a sua posição intelectual em face de um velho mundo que se desmorona e de um novo mundo que nasce.
― Pequito Rebelo, «Duas Economias»
CAMARADAS:
Os estudantes portugueses, filiados na AEV, nesta hora sacudida de violências que a humanidade atravessa, querem marcar com nitidez a sua posição intelectual em face de um velho mundo que se desmorona e de um novo mundo que nasce.
“Je suis un écrivain fasciste” ou “assim falava Bardèche”
Fevereiro 11, 2008
Por Maurice Bardèche (Extractos de «Sparte et les Sudistes», Les sept couleurs, 1969 – Traduzido por Rodrigo Nunes)
Acredito
Acredito que o homem moderno é um projecto de desnaturação do homem e da criação. Acredito na diferença entre os homens, no malefício de algumas formas de liberdade, na hipocrisia da fraternidade. Acredito na força e na generosidade. Acredito noutras hierarquias que não a do dinheiro. Vejo o mundo corrompido pelas suas ideologias. Acredito que governar é preservar a nossa independência, depois deixar-nos viver à nossa vontade.
Acredito
Acredito que o homem moderno é um projecto de desnaturação do homem e da criação. Acredito na diferença entre os homens, no malefício de algumas formas de liberdade, na hipocrisia da fraternidade. Acredito na força e na generosidade. Acredito noutras hierarquias que não a do dinheiro. Vejo o mundo corrompido pelas suas ideologias. Acredito que governar é preservar a nossa independência, depois deixar-nos viver à nossa vontade.
Liberdade e Igualdade
Fevereiro 11, 2008
Por António José de Brito
Estes dois ideais, ainda que em perfeita lógica política se não possam dissociar, contradizem-se, porém, intimamente.
Do ponto de vista do primeiro, considera-se o indivíduo como um ser autónomo, a cujo completo desenvolvimento nada deve entravar. Todas as limitações, todas as disciplinas têm que deixar de existir. Esta construção, como é óbvio, postula na base a existência duma igualdade de possibilidades, duma igualdade de alicerce.
Estes dois ideais, ainda que em perfeita lógica política se não possam dissociar, contradizem-se, porém, intimamente.
Do ponto de vista do primeiro, considera-se o indivíduo como um ser autónomo, a cujo completo desenvolvimento nada deve entravar. Todas as limitações, todas as disciplinas têm que deixar de existir. Esta construção, como é óbvio, postula na base a existência duma igualdade de possibilidades, duma igualdade de alicerce.
A caricatura da liberdade
Fevereiro 03, 2008
Por Rodrigo Nunes
Quando recentemente o jornal dinamarquês Jyllands-Posten decidiu publicar umas caricaturas de Maomé, seguido posteriormente por mais alguns jornais de outros países, a Europa assistiu ao despoletar de uma série de problemas com as comunidades islâmicas. À vontade de provocar de uns correspondeu a esperada irracionalidade e fanatismo de outros.
Quando recentemente o jornal dinamarquês Jyllands-Posten decidiu publicar umas caricaturas de Maomé, seguido posteriormente por mais alguns jornais de outros países, a Europa assistiu ao despoletar de uma série de problemas com as comunidades islâmicas. À vontade de provocar de uns correspondeu a esperada irracionalidade e fanatismo de outros.
A vida como Milícia
Fevereiro 03, 2008
A vida é uma missão.
O simples viver traz já consigo a ideia de servir e de lutar. Servir e lutar pelo Bem, frente ao Mal; pela Verdade, frente ao Erro; por Deus frente a Satanás.
Nesta luta, cujo âmbito é universal, as diversas Pátrias represen¬tam na superfície da Terra, numerosas frentes. Cada Pátria tem para si um sector especial de combate. Dum lado estão os defensores do Homem, que confiam nos valores espirituais, que acreditam nas certezas divinas e na continuidade «in aeternam» da Nação; do outro os adora¬dores da matéria, os negadores da Pátria, os fanáticos do Anti-Cristo.
O simples viver traz já consigo a ideia de servir e de lutar. Servir e lutar pelo Bem, frente ao Mal; pela Verdade, frente ao Erro; por Deus frente a Satanás.
Nesta luta, cujo âmbito é universal, as diversas Pátrias represen¬tam na superfície da Terra, numerosas frentes. Cada Pátria tem para si um sector especial de combate. Dum lado estão os defensores do Homem, que confiam nos valores espirituais, que acreditam nas certezas divinas e na continuidade «in aeternam» da Nação; do outro os adora¬dores da matéria, os negadores da Pátria, os fanáticos do Anti-Cristo.
Às armas pela Europa!
Fevereiro 03, 2008
Discurso pronunciado em Paris em 5 de Março de 1944, no Palácio de Chaillot, pelo SS Sturmbahnführer Léon Degrelle (FONTE: Associação Cultural "Amigos de Léon Degrelle")
A SAÚDE DO POVO
A unidade está feita e só a unidade poderá triunfar. A Europa não se faz só porque está em perigo, mas porque possui uma alma. Não estamos unidos por qualquer coisa de negativo, como salvar a pele. O que mais importa na Terra não é viver, mas viver bem. Não é a arrastar cinquenta anos de inactividade, é, durante um ano, durante oito dias, ter vivido uma vida orgulhosa e triunfante.
A SAÚDE DO POVO
A unidade está feita e só a unidade poderá triunfar. A Europa não se faz só porque está em perigo, mas porque possui uma alma. Não estamos unidos por qualquer coisa de negativo, como salvar a pele. O que mais importa na Terra não é viver, mas viver bem. Não é a arrastar cinquenta anos de inactividade, é, durante um ano, durante oito dias, ter vivido uma vida orgulhosa e triunfante.
A escola e a política
Janeiro 29, 2008
Por Alain de Benoist
Penso que aquela corrente a que geralmente chamamos Esquerda ou Extrema-Esquerda, teve o mérito de ter sido a primeira a tomar consciência da realidade estrutural da inter-conexão de todos os sectores da mente e da actividade e, consequentemente, da realidade da impregnação ideológica destes sectores. A chamada Direita, pelo contrário, conservou-se durante bastante tempo prisioneira da ideia ilusória de que havia sectores “neutros” – ou (de um modo ligeiramente diferente) de que era possível voltar à situação anterior, na qual um consenso implícito era alcançável nestes sectores. Temos em França um bom exemplo dessa diferença de atitudes no campo da educação. Enquanto a extrema-esquerda se vai apossando de um importante número de posições-chave na educação secundária e universitária, a direita nada mais faz do que lastimar a “politização da escola”, que aparece de facto como irreversível (e que está hoje especialmente aberta ao criticismo porque é unilateral).
Penso que aquela corrente a que geralmente chamamos Esquerda ou Extrema-Esquerda, teve o mérito de ter sido a primeira a tomar consciência da realidade estrutural da inter-conexão de todos os sectores da mente e da actividade e, consequentemente, da realidade da impregnação ideológica destes sectores. A chamada Direita, pelo contrário, conservou-se durante bastante tempo prisioneira da ideia ilusória de que havia sectores “neutros” – ou (de um modo ligeiramente diferente) de que era possível voltar à situação anterior, na qual um consenso implícito era alcançável nestes sectores. Temos em França um bom exemplo dessa diferença de atitudes no campo da educação. Enquanto a extrema-esquerda se vai apossando de um importante número de posições-chave na educação secundária e universitária, a direita nada mais faz do que lastimar a “politização da escola”, que aparece de facto como irreversível (e que está hoje especialmente aberta ao criticismo porque é unilateral).
Território, Raça e Língua
Janeiro 29, 2008
Por BOS (publicado no blogue Nova Frente a 24/06/05)
Em blogues de boa cepa (no melhor pano, como sabem, cai a nódoa…) anda a difundir-se a ideia de que existe uma «maneira de ser portuguesa». Nessas embarcações blogosféricas em que amiúde sigo viagem, os respectivos ‘timoneiros’ e ‘tripulantes’ afixaram, sob a forma de édito, um duvidoso boletim de identidade nacional. Descobriram uma «maneira de ser portuguesa». Um fato à medida concebido pelo alfaiate do destino.
Em blogues de boa cepa (no melhor pano, como sabem, cai a nódoa…) anda a difundir-se a ideia de que existe uma «maneira de ser portuguesa». Nessas embarcações blogosféricas em que amiúde sigo viagem, os respectivos ‘timoneiros’ e ‘tripulantes’ afixaram, sob a forma de édito, um duvidoso boletim de identidade nacional. Descobriram uma «maneira de ser portuguesa». Um fato à medida concebido pelo alfaiate do destino.
Catedrais de Luz
Janeiro 20, 2008
Por Robert Brasillach (em «Les Sept Couleurs»)
Uma tarde, do grande hotel de Nuremberga, admirávamos com êxtase grupos de SA em uniforme castanho iluminados apenas pela luz dos archotes que passavam debaixo das nossas janelas. Para isso, fizeram-nos subir amavelmente ao quarto de Goering. Alguém imaginará um serviço de ordem a emprestar o quarto de M. Chautemps para ver o desfile do 14 de Julho? Os alemães achavam isto muito natural e não mostraram qualquer preocupação, a não ser quando uns brincalhões quiseram pregar a partida de dobrar a meio os lençóis da cama do general.
Uma tarde, do grande hotel de Nuremberga, admirávamos com êxtase grupos de SA em uniforme castanho iluminados apenas pela luz dos archotes que passavam debaixo das nossas janelas. Para isso, fizeram-nos subir amavelmente ao quarto de Goering. Alguém imaginará um serviço de ordem a emprestar o quarto de M. Chautemps para ver o desfile do 14 de Julho? Os alemães achavam isto muito natural e não mostraram qualquer preocupação, a não ser quando uns brincalhões quiseram pregar a partida de dobrar a meio os lençóis da cama do general.
A lenda do Aristides
Janeiro 20, 2008
(Artigo publicado no semanário "O DIABO")
Eram dois irmãos gémeos, de prosápia afidalgada, vindos de Cabanas de Viriato, onde tinham solar conhecido e onde nasceram a 18 de Julho de 1885. Ambos se formaram em Direito pela Universidade de Coimbra. E ambos ingressaram na carreira diplomática, um em Maio de 1910 e outro em Junho do mesmo ano. Um chamava-se Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches, o outro César de Sousa Mendes do Amaral e Abranches. Apesar da extrema igualdade de origem, rapidamente se distinguiram pela diversidade de qualidades, embora os dois fossem tidos por naturalmente bondosos, pacíficos, de bom trato e de formação familiar tradicional. Já em 1913 o César passara na carreira à frente do irmão, sendo promovido a 1.° secretário de Embaixada. E, em 1926, alcançou as plumas brancas dos diplomatas pela sua ascensão a Ministro Plenipotenciário de 2ª classe, tendo representado Portugal na chefia das Legações de Estocolmo, de Varsóvia, do México e de Berna. Numa breve passagem pela política, César de Sousa Mendes do Amaral e Abranches foi Ministro dos Negócios Estrangeiros, na última fase da Ditadura, em Governo já presidido por Oliveira Salazar. O irmão Aristides, porém, ia-se arrastando por postos consulares de minguado relevo, tendo falhado no concurso para conselheiro de Embaixada e acumulando processos disciplinares, porque, com frequência, as contas dos consulados por ele geridos… não andavam certas. Era bom homem, segundo se dizia. Mas também ganhara fama de limitados dotes intelectuais, tinha catorze filhos e, pelos postos por onde andara, constava ser propenso a aventuras dispendiosas, em proporção com os ganhos de que dispunha.
Eram dois irmãos gémeos, de prosápia afidalgada, vindos de Cabanas de Viriato, onde tinham solar conhecido e onde nasceram a 18 de Julho de 1885. Ambos se formaram em Direito pela Universidade de Coimbra. E ambos ingressaram na carreira diplomática, um em Maio de 1910 e outro em Junho do mesmo ano. Um chamava-se Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches, o outro César de Sousa Mendes do Amaral e Abranches. Apesar da extrema igualdade de origem, rapidamente se distinguiram pela diversidade de qualidades, embora os dois fossem tidos por naturalmente bondosos, pacíficos, de bom trato e de formação familiar tradicional. Já em 1913 o César passara na carreira à frente do irmão, sendo promovido a 1.° secretário de Embaixada. E, em 1926, alcançou as plumas brancas dos diplomatas pela sua ascensão a Ministro Plenipotenciário de 2ª classe, tendo representado Portugal na chefia das Legações de Estocolmo, de Varsóvia, do México e de Berna. Numa breve passagem pela política, César de Sousa Mendes do Amaral e Abranches foi Ministro dos Negócios Estrangeiros, na última fase da Ditadura, em Governo já presidido por Oliveira Salazar. O irmão Aristides, porém, ia-se arrastando por postos consulares de minguado relevo, tendo falhado no concurso para conselheiro de Embaixada e acumulando processos disciplinares, porque, com frequência, as contas dos consulados por ele geridos… não andavam certas. Era bom homem, segundo se dizia. Mas também ganhara fama de limitados dotes intelectuais, tinha catorze filhos e, pelos postos por onde andara, constava ser propenso a aventuras dispendiosas, em proporção com os ganhos de que dispunha.







